| sokillme eu vou escrever todo um texto auto-biográfico gigantesco egocêntrico sobre a minha pessoa. já já. |
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23.11.07 A verdade é que eu deixo de fazer uma porrada de coisas importantes porque tenho SÉRIOS PROBLEMAS em acordar cedo. E to falando sério! Não é frescura adolescente. Eu simplesmente NÃO CONSIGO ver com bons olhos essa coisa de ACORDAR CEDO. Na minha cabeça, quanto mais tempo eu economizar FICANDO ACORDADA, melhor pra mim. E por essas e outras, quando eu vou no médico uma vez por ano pra fazer esses exames de rotina, pra ver se ta tudo bem, e coisa e tal, eu acabo demorando MESES pra concluir os exames, que normalmente demoram poucos dias, e tudo. Mas ta, por uma benção divina, essa semana eu acordei as CINCO E MEIA da manhã pra fazer uns exames cheios de firulas que a senhora minha médica me pediu. E caramba, como é MALA ter que fazer exame. A começar por essa coisa de ficar doze horas sem comer. Sério, gente. DOZE HORAS. E eu juro que não é fácil! Ta, quando eu durmo muito eu fico até mais tempo do que isso sem comer. O problema é ter que parar de comer as seis da tarde pra fazer o exame as seis da manhã. Uma coisa crítica. Então, devido a esse fato, eu decidi que tinha que ir me deitar antes das dez da noite, pra acordar bem também, né. E foi o que eu fiz. E fui lá, fiz os exames, tirei sangue dos dois braços graças as minhas veias FINAS, tomei o lanchinho maravilhoso que o laboratório dá, e vim trabalhar feliz e contente. Daí então HOJE eu já pude acessar o resultado do exame de sangue e WOW, to muito cheia de saúde. Colesterol, triglicéris (não sei se é assim que se escreve), tudo em perfeita harmonia com o meu corpinho sarado. E aí, como sempre,pra comemorar eu vou até a padaria mais próxima e como o que tiver de mais gorduroso. As nove da manhã. E hoje eu pedi um bolinho de queijo. O segredo do bolinho de queijo é você dar uma mordida nele e virá-lo de cabeça pra baixo, com a mordida pra baixo e tal. Todo o óleo que fica preso no espaço vazio do bolinho de queijo (entre a massa e o queijo duro-pseudo-derretido) vai escorrer. Não que isso torne o bolinho uma coisa mais saudável, mas deve ajudar né. Aliás, isso me fez concluir o quanto esses salgadinhos de padaria de bairro pobre são uma enganação. Por fora eles parecem super sequinhos, crocantes e saborosos, mas basta uma mordida pra que aquele rio de óleo soya escorra no cantinho da sua boca. Cena linda e super sexy. Como ver o Marcelo Camelo tomando uma canja de galinha, sei lá. Comments: 14.11.07 Eu não ligo pra modinhas. Sério, não tenho essa síndrome do se-é-moda-não-presta, ficou-famoso-não-gosto-mais,. Claro, tenho um certo problema, já relatado aqui por mim algumas vezes, com quando as menininhas adoro-músicas-que-falam-por-mim começam a entupir os shows das bandas que eu gosto e me deixar sem ingresso, mas ah, natural vai?
Porém, a massa tem uma mania muito chata: gastar a piada. Sério. Eu e meus miguxos sempre dissertamos sobre essa coisa de gastar a piada. Quando a piada é muito boa, a gente fica na dúvida entre usá-la em todo e qualquer momento possível e cansar dela em questão de poucas semanas (deixo aqui bem claro que isso era apenas uma possibilidade, já que a gente MEIO QUE não cansou das piadas até hoje), ou em se policiar pra usá-la apenas em ocasiões realmente boas, e fazer com que o momento em que ela foi usada seja tipo o AUGE DO MÊS, sabe? Aquele dia que vai ser eternizado e lembrado por vocês numa reunião para celebrar seus trinta anos de amizade. Mas ta, piadas a parte, o POVO BRASILEIRO não sabe muito bem como eternizar coisas boas. Na verdade até sabe, mas faz da pior forma possível. Por exemplo, numa certa época de minha vida, uma triste época sem caixas de som no computador do trabalho, sem mp3 player e sem perspectiva de uma vida musical decente durante o expediente, eu era obrigada a ouvir o rádio. Diariamente. Eu sou uma dessas pessoas que não consegue ficar muitos minutos sem ouvir algum barulho, seja da televisão, de um filme ou de música. E como até então eu não tinha planos de ter uma televisão na minha sala do trabalho (quem tem planos pra isso??? Hahaha), tinha que me contentar com o fucking rádio. E puxa, era um sério problema. Porque por mais ESCUTÁVEL que a rádio seja, no começo parece super agradável, você fica feliz que estão tocando uma música que você adora e que você nunca imaginou que fosse ouvi-la numa rádio um dia. É tudo muito bonitinho e colorido, a primeira semana é agradabilíssima, você bate os pezinhos ao ouvir a música x, bate palminhas ao ouvir a música y e solta até umas lagriminhas ao ouvir a música z. Mas OBVIAMENTE nem tudo são flores, e eles tocam um monte de porcarias, que são aliás a massacrante maioria. Mas tudo bem, melhor ouvir ALGUMA coisa do que não ouvir nada, né??? Não, não é melhor. Não é bom quando você percebe que passou a GOSTAR de músicas que até então você tinha a CLAREZA de classificar como porcarias. E ta, esse período negro me rendeu todo um carinho especial por várias músicas da Pitty. Sim, várias. Mas assustador mesmo foi quando eu me peguei cantando AND gostando de uma música do charlie Brown jr. Comments: |
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